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Sete projetos de alunos das Escolas SESI e SENAI serão apresentados em Feira de Ciências

Macapá – Sete projetos desenvolvidos por alunos do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) Amapá serão apresentados na VI Feira de Ciências e Engenharia do Estado (Feceap). A programação, que acontece no período de 19 a 21 de setembro, no SEBRAE, busca despertar o interesse pela ciência, além de proporcionar a integração entre os jovens, estimulando-os a praticar o pensamento científico. Os selecionados na FECEAP concorrem a bolsas de iniciação científica e participações em eventos nacionais e internacionais.

“A participação dos estudantes no desenvolvimento de projetos investigativos e em eventos como feiras e olimpíadas ajuda na escolha da futura carreira. É uma das formas que adotamos para incentivar o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para o ingresso no mercado de trabalho”, destacou a diretora da Escola SESI Amapá, Valena Calandrini.

A seguir, conheça cada uma das propostas:

Projeto 1: “Transformação de copos descartáveis em massa modelável”. Propõe o reaproveitamento de copos descartáveis, que depois de lavados e secos, são fragmentados e misturados com areia até que adquiram uma consistência que permita que se modelem objetos. A iniciativa é dos alunos Gabriel Ferraz Pelaes, Karen Videira Barbosa e Rafaela de Oliveira Fernandes, sob orientação da professora do SESI, Jesuene Souza, e coorientação do professor Alan Matos.

Projeto 2: “Fechadura eletrônica de Arduino”. O mecanismo vem sendo estudado pelo estudante Carlos Emanuel de Azevedo Bezerra, com o objetivo de usar a placa para fazer automação de residências. O jovem é orientado e coorientado pelos professores Danilo Ramalho e Edgar Isacksson, respectivamente.

Projeto 3: “Robótica aplicada no combate a ruídos excessivos em sala de aula”. A ideia é utilizar um dispositivo com um sensor para capturar os ruídos e registrar os índices em decibéis e frequências dos picos e com o resultado, conscientizar a turma a respeito dos danos que o barulho causa à saúde. O trabalho será apresentado por Arthur Felipe Pereira, Gustavo Guimarães Leite e Eduarda Flexa do Nascimento, orientados pelo professor Danilo Ramalho e coorientados por Daiane de Lima.

Projeto 4: “Ferca”. A proposta foi desenvolvida com o intuito de filtrar gases que são liberados pelo escapamento de motores rabetas, a partir da reutilização das fibras e caroços de açaí. O objetivo é contribuir para a diminuição da poluição causada por motores que não possuem nenhum tipo de filtro. A produção é de Paulo Ítalo Bezerra Barros, Rian Lucas Feitosa de Carvalho e Karina Ramos Teixeira, e do professor Hemerson Góes.

Projeto 5: “Conscientização do câncer infantil e depressão”. Trata-se de uma solução social que prevê a criação de um aplicativo que permite a interação entre pacientes e médicos, espaço para jogos e entretenimento, cadastro de voluntários e central de doações. Além disso, a ação pretende promover palestras a fim de conscientizar a sociedade sobre o câncer infantil e seus efeitos. As alunas Thalya Beatriz Rodrigues, Kamila Farias dos Santos e Juliana Isacksson Vieira são orientadas pelo instrutor Danilo Pantoja Leite e coorientados por Danilo Ramalho.

Projeto 6: “O uso do açaí como carvão para diminuir a contaminação dos rios”, das estudantes Mirian Caxias Rodrigues e Midian Caxias Rodrigues, sugere o uso do caroço do açaí na produção de carvão ativado para despoluir rios e lagos do estado, especialmente os que já foram detectados com elevado nível de mercúrio. Com capacidade de coletar gases, líquidos e impurezas, o carvão ativado é um produto saudável para o tratamento da água. O trabalho é orientado por Jackson Nunes da Silva e coorientado por Elizabeth Rodrigues.

Projeto 7: “Sistema de tratamento de água orgânico e sustentável para comunidades ribeirinhas do estuário amazônico”. O propósito é a utilização de um filtro orgânico e sustentável produzido a partir da reutilização de baldes, restos de madeira, ouriço de sapucaia e taboca para reter partículas como areia, barro, ferrugem e outros sedimentos, e manter o controle microbiológico da água. Orientado pelo professor André Luiz Braga e coorientado por Hemerson Góes, a iniciativa é dos jovens Bruno dos Santos, Lilian Costa Ferreira e Marina dos Santos.

 

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